Gastronomia sustentável - Veja o PDF - Plataforma Media

Gastronomia sustentável – Veja o PDF

PDF: Versão Integral do PLATAFORMA às sextas-feiras nas bancas em Macau

Manchete: “Fazer da culinária um ponto de atração para quem nos visista”

Em entrevista ao PLATAFORMA, a diretora dos Serviços de Turismo de Macau, Maria Helena de Senna Fernandes, explica que quer fazer da cozinha local um dos “pontos de atração” da Região, sem nunca esquecer a implementação gradual de práticas sustentáveis.

Veja o suplemento completo aqui.

Outros destaques nesta edição:

Guilherme Rego – Escreve esta semana sobre o direito à greve e o facto deste ter de ser protegido, pois confere aos trabalhadores poder de negociação com os empregadores, quando estes se mostrarem intransigentes.

Editorial:  Novela sindical

Uma comunidade que se preocupa com a preservação cultural, vê na internacionalização da sua gastronomia uma forma de salvaguardar esse futuro. É nesse âmbito que Diamantina do Rosário Coimbra, vice-presidente do Instituto de Formação Turística de Macau, considera projetos como as “Receitas Caseiras Macaenses pelo Mundo” um passo “extremamente importante”. Opinião partilhada por Deland Leong Wai Man, presidente do Instituto Cultural, ao defender que esta iniciativa garante que esta cultura seja “herdada de forma sustentável”. Já Miguel de Senna Fernandes, presidente da Associação dos Macaenses, considera que dada a sua História, a cozinha macaense é por natureza sustentável.

Destaque: “Extremamente importante para a preservação da cultura macaense”

Os Censos 2021 revelam que mais de 80 por cento da população é fluente em cantonês, menos 3,8 por cento que em 2011. O número de residentes fluentes em português também diminuiu para os 2,3 por cento. Sulu Sou, ex-deputado da Assembleia Legislativa, e Agnes Lam, diretora do Centro de Estudos de Macau, falaram com o PLATAFORMA sobre o declínio de ambas as línguas, oferecendo soluções para que haja entusiasmo dos estudantes pelas mesmas.

Destaque: Que línguas de falam em Macau?

Helena Brandão diz ter chegado a altura de deixar a liderança da Associação dos Amigos de Moçambique. Ao PLATAFORMA, confessa temer pelo futuro dada a ausência de sucessores. No balanço ao jornal como dirigente associativa durante mais de 16 anos, defende que é fundamental que as comunidades lusófonas percebam exatamente qual é a relevância do Fórum Macau. Há muitas questões por responder, afirma.

Destaque: “Temos pouco conhecimento de como o Fórum Macau serve as comunidades”

Leia a edição anterior do PLATAFORMA em: “Microestados têm melhores desempenhos diplomáticos quando há mais do que uma grande potência”

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