Dedo ibérico no único centro de reabilitação de crianças em Bissau - Plataforma Media

Dedo ibérico no único centro de reabilitação de crianças em Bissau

Fanica está sentada frente a uma terapeuta, a outra está sentada no chão, de lado. O calor tropical ficou do outro lado da porta. Na sala de reabilitação cognitiva e da linguagem há o calor das emoções. “Cál-ca-nhá”, diz a menina de forma pausada, para de seguida soltar o riso no final do exercício superado, depois de usar a língua como pedido por Adja e Aissato, as quais respondem com palavras de estímulo e sorrisos.

Como todas as outras crianças guineenses com necessidades especiais, Fanica não tinha um local para melhorar a sua condição. A resposta surgiu com a inauguração, em 2020, do Centro de Reabilitação e Desenvolvimento da Criança, um projeto da organização não governamental AIDA. “Estes meninos não tinham resposta no sistema de saúde, que é frágil e está formatado para a doença aguda. Estes meninos precisam de atenção para o resto da vida”, diz a coordenadora do centro, Filipa Gonçalves.

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