Angola quer integrar principais destinos de África - Plataforma Media

Angola quer integrar principais destinos de África

País quer ser um pólo turístico

Ministério abre hoje semana comemorativa alusiva ao “Dia Mundial do Turismo” e pretende promover até na próxima sexta-feira os locais de atracção existentes no país inteiro, através de eventos com a perspectiva de captar recursos e investidores

A estratégia angolana está definida e o objectivo é integrar a lista dos principais destinos de África até 2025, num cenário que a conhecida “indústria da paz” se mostra resistente aos ventos contrários gerados pela Covid-19 e outros factores internos já identificados pelas autoridades e que deverão, por isso mesmo, ser superados por via dos programas aprovados.

Nesta opção do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, um rosto foi chamado a dar ver o belo e o natural de Angola aos investidores e demais turistas.
Maria Borges, a modelo internacional angolana, é a quem foi incumbida a promoção da plataforma de investimento internacional na área do turismo, seja para os nacionais, seja para os estrangeiros.

“Vou visitar algumas províncias que sempre sonhei visitar. O momento é excelente, e depois o meu foco é trazer investidores com potencial tanto nacional, como internacional”, disse a nova embaixadora do turismo angolano numa entrevista citada pela Euronews África.

Dados da indústria referenciados no Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) dão conta que o turismo tem crescido de forma sustentada a nível internacional quer em termos do número de turistas quer em termos de receitas geradas. Todavia, Angola não tem acompanhado esta tendência não sendo pois estranho que o peso do turismo no PIB do país seja reduzido (menos de 1,0 por cento em 2018). Esta situação é tanto mais grave quanto os países da região apresentam todos uma contribuição do turismo no PIB bastante superior a de Angola.

Estima-se que as restrições impostas pela pandemia provocaram o encerramento de mais de 50 por cento das empresas ligadas ao turismo. Um sector que, até ao momento, não beneficiou das políticas de alívio financeiro.

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