Quedas marcam o Tour. Ciclistas protestam contra falta de segurança

Quedas marcam o Tour. Ciclistas protestam contra falta de segurança

O pelotão parou na terça-feira em protesto contra a organização da Volta à França em Bicicleta. O antigo ciclista Marco Chagas desdramatiza acidentes e explica por que tantos ciclistas caem na primeira semana. Mark Cavendish venceu a quarta etapa… cinco anos depois da última vitória

Às curvas apertadas, lombas e estradas estreitas e molhadas da Bretanha juntaram-se os nervos na primeira semana de Tour de França. Resultado? As quedas multiplicaram-se nos primeiros dias, levando a meia dúzia de desistências logo na primeira etapa e a dezenas de feridos entre o pelotão.

Em sinal de protesto pela falta de segurança, os ciclistas atrasaram a partida da quarta etapa da Volta a França. Terça-feira o pelotão parou ao quilómetro um e andou em ritmo passeio até ao quilómetro 20 – depois a Alpecin aumentou o ritmo e os ataques na frente da corrida começaram.

Marco Chagas desdramatiza os acidentes, iliba a organização e lembra que as quedas fazem parte do ciclismo. “É azar de grande competição… Desde que me lembro que a primeira semana é prolifera em quedas. Os primeiros dias são a loucura total porque todos recebem indicações para estar e andar na frente. As quedas são consequência disso, todos querem ganhar posições para a segunda semana. E são mais de 180 corredores a tentar o mesmo. Só após seis ou sete dias é que há posicionamentos próprios”, explicou ao DN o antigo ciclista, que teve “o privilégio” de fazer duas provas como corredor e dezenas como comentador.

“Na minha primeira participação mandei dois trambolhões no mesmo dia e fiquei todo partido. Deu para acabar a volta, mas eu é que sei o que sofri”, recordou o atual comentador do Tour na RTP2.

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