Galerias de arte do Brasil são as que mais demitiram com a pandemia - Plataforma Media

Galerias de arte do Brasil são as que mais demitiram com a pandemia

O setor como um todo sofreu uma retração de 36%, segundo um estudo realizado pela feira Art Basel

Como era de se imaginar, a pandemia de coronavírus afetou severamente o mercado de arte no primeiro semestre deste ano. As vendas das galerias que comercializam obras de arte moderna e contemporânea diminuíram 36% em relação ao mesmo período do ano passado, um resultado direto do fechamento dos espaços físicos devido às medidas de distanciamento social.

Além disso, um terço desses estabelecimentos diminuiu de tamanho, sendo forçado a demitir em média quatro funcionários, metade dos quais contratado em turno integral. Globalmente, o Brasil foi o país mais afetado –por aqui, a média de cortes foi de oito empregados nas galerias maiores.

Os resultados são de uma pesquisa recém-divulgada, feita pelo banco UBS em parceria com a economista cultural Claire McAndrew e com a feira Art Basel, que analisou 795 galerias pequenas, médias e grandes em 60 países ao redor do mundo, entre 1º de janeiro e 1º de julho.

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