Ascensão e queda de Ellen DeGeneres: a simpatia afinal era a fingir - Plataforma Media

Ascensão e queda de Ellen DeGeneres: a simpatia afinal era a fingir

A comediante que apresenta o seu talkshow há 16 anos, espalhando sorrisos e apelando à simpatia, é acusada de ser na verdade uma pessoa mesquinha e que permite um ambiente tóxico no estúdio de gravação. Conseguirá Ellen recuperar a sua imagem?

Música, aplausos, gargalhadas. Ellen a dançar por entre o público, convidados famosos a sorrirem, histórias emocionantes de gente comum e no final sempre aquele apelo: “Sejam simpáticos com os outros”. Durante anos, a comediante e atriz Ellen DeGeneres foi o grande exemplo da felicidade e da solidariedade na televisão com o seu programa The Ellen DeGeneres Show. O exemplo de sua própria carreira – uma mulher gay que interpreta o primeiro papel protagonista de uma lésbica na TV – serviu como modelo aspiracional de empoderamento pessoal. Ali estava uma mulher que desafiavas as convenções de uma sociedade conservadora e que, apesar disso, conseguia ser o maior sucesso do horário diurnodo canal norte-americano NBC, com uma audiência diária de mais de 4,2 milhões de espectadores.

Mas, após mais de 16 anos no ar e com um total de 61 Daytime Emmys (incluindo vários prémios para Melhor Talkshow e para Melhor Programa de Entretenimento), parece que o “show” de Ellen DeGeneres tem os dias contados.

O que aconteceu?

Tudo começou com um tweet do comediante Kevin T. Porter que, perante a ameaça da covid-19, relembrava a necessidade de sermos todos mais simpáticos uns com outros, tal como Ellen pedia. Mas, logo a seguir, mudava de tom para afirmar que DeGeneres era “notoriamente uma das pessoas mais cruéis do mundo”, abrindo a porta a uma série de histórias (não corroboradas) sobre DeGeneres ser uma pessoa fria, rude e até mesmo mesquinha com os fãs, com os trabalhadores da indústria audiovisual e até com os seus convidados famosos.

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